:: 18 DE MAIO DE 2009 ::
Por: Karla Kalynne

O mês de maio que agora começamos é tradicionalmente, na Igreja, dedicado a Maria. Isto
nos convida, portanto, a conhecer um pouco mais, segundo a revelação bíblica, quem é esta
mulher que Deus escolheu desde toda a eternidade para ser a mãe de Seu Filho Jesus.
nos convida, portanto, a conhecer um pouco mais, segundo a revelação bíblica, quem é esta
mulher que Deus escolheu desde toda a eternidade para ser a mãe de Seu Filho Jesus.
Na Sagrada Escritura, aquilo que é narrado, ainda que se centre mais em um determinado
personagem, se refere em verdade a um coletivo, a um povo. Assim, as figuras masculinas
e femininas que precedem a aparição de Maria no Antigo Testamento: Abraão, Moisés, Miriam, Ana, Rute, Judite, Ester e outras, são, ao mesmo tempo, imagens de homens e mulheres individuais e imagens de um povo. Através de suas ações se revela a força de
Deus que salva seu povo e a resistência desse mesmo povo, expressada naquelas figuras de
homem e de mulher. A missão de cada pessoa e especialmente de algumas com carismas
especiais, ressaltam, pois, a dimensão coletiva das ações humanas, e a construção coletiva
da história.
personagem, se refere em verdade a um coletivo, a um povo. Assim, as figuras masculinas
e femininas que precedem a aparição de Maria no Antigo Testamento: Abraão, Moisés, Miriam, Ana, Rute, Judite, Ester e outras, são, ao mesmo tempo, imagens de homens e mulheres individuais e imagens de um povo. Através de suas ações se revela a força de
Deus que salva seu povo e a resistência desse mesmo povo, expressada naquelas figuras de
homem e de mulher. A missão de cada pessoa e especialmente de algumas com carismas
especiais, ressaltam, pois, a dimensão coletiva das ações humanas, e a construção coletiva
da história.
Á luz dessa leitura da Sagrada Escritura se procura entender o lugar e o papel de Maria.
Não se trata somente da pessoa individual Miriam de Nazaré, senão da mulher que é
imagem do povo fiel, particular morada de Deus. A afirmação de que Deus se fez carne em
Jesus deve ser completada com outra com o mesmo valor teológico: Deus nasce de uma
mulher. O Novo Testamento quer mostrar que com Maria e com Jesus começa um novo
tempo para a história da humanidade. Há uma espécie de salto de qualidade em sua prática
e consciência religiosa. É a consciência da presença de Deus na carne humana. Deus
habita a terra humana e é descoberto e amado na carne humana.
Não se trata somente da pessoa individual Miriam de Nazaré, senão da mulher que é
imagem do povo fiel, particular morada de Deus. A afirmação de que Deus se fez carne em
Jesus deve ser completada com outra com o mesmo valor teológico: Deus nasce de uma
mulher. O Novo Testamento quer mostrar que com Maria e com Jesus começa um novo
tempo para a história da humanidade. Há uma espécie de salto de qualidade em sua prática
e consciência religiosa. É a consciência da presença de Deus na carne humana. Deus
habita a terra humana e é descoberto e amado na carne humana.
Maria, ainda que nascida em um contexto patriarcal, onde a mulher é coisa, propriedade do
homem a todos os níveis, é uma figura que vive entre os dois Testamentos. Participa e
saboreia da nova experiência libertadora do movimento de seu Filho, que inaugura um
discipulado igual para homens e mulheres. É portadora, justamente com as outras
mulheres da primeira hora da Igreja, de uma nova esperança e um novo modo de ser
mulher. Representante legítima do povo de Israel, figura-símbolo da Sião fiel, Maria é -
também e não menos - portadora do novo Israel, do novo povo, da nova aliança que Deus
faz com a humanidade, onde a mulher já não aparece passiva e submissa ao homem, não
mais como ser inferior, mas como sujeito ativo e responsável, companheira do homem,
assumindo com ele, ombro com ombro, muitas das tarefas inerentes ao anúncio da Boa
Nova.
homem a todos os níveis, é uma figura que vive entre os dois Testamentos. Participa e
saboreia da nova experiência libertadora do movimento de seu Filho, que inaugura um
discipulado igual para homens e mulheres. É portadora, justamente com as outras
mulheres da primeira hora da Igreja, de uma nova esperança e um novo modo de ser
mulher. Representante legítima do povo de Israel, figura-símbolo da Sião fiel, Maria é -
também e não menos - portadora do novo Israel, do novo povo, da nova aliança que Deus
faz com a humanidade, onde a mulher já não aparece passiva e submissa ao homem, não
mais como ser inferior, mas como sujeito ativo e responsável, companheira do homem,
assumindo com ele, ombro com ombro, muitas das tarefas inerentes ao anúncio da Boa
Nova.
Quando Nossa Senhora apareceu pela primeira vez em Fátima, no dia 13 de maio de 1917, Lúcia acabara de completar 10 anos; Francisco estava para completar 9; e Jacinta, a menor, tinha pouco mais de 7 anos.



